Utilisateur
→ Perda de vigor, produtividade e capacidade de recuperação da pastagem.
→ Invasoras, erosão, baixa cobertura vegetal e baixa produtividade.
→ Restabelecer a produtividade mantendo a mesma espécie forrageira.
→ Substituir a espécie/cultivar por outra.
→ Recuperação mantém a espécie; renovação troca a espécie.
→ Superpastejo, manejo inadequado e deficiência nutricional.
→ Pastejo excessivo acima da capacidade de suporte.
→ Compactação, invasoras e degradação da pastagem.
→ Máxima lotação sem degradar o sistema.
→ Número de animais por área.
→ Número de animais em uma área em determinado momento.
→ Quantidade de forragem disponível por animal.
→ Relação entre animais e quantidade de forragem.
→ Produzir forragem de forma eficiente e sustentável.
→ Técnica utilizada para manejo do pastejo.
→ Integração entre planta, animal, solo e ambiente.
→ Área destinada à produção de forragem para pastejo.
→ Parte comestível das plantas utilizada na alimentação animal.
→ Tempo que os animais permanecem no piquete.
→ Tempo sem utilização do piquete.
→ Intervalo entre dois pastejos sucessivos.
→ Animais permanecem na mesma área continuamente.
→ Menor custo e manejo mais simples.
→ Maior seletividade e maior risco de superpastejo.
→ Pastejo alternado entre piquetes com descanso.
→ Melhor aproveitamento da forragem e maior uniformidade.
→ Maior custo e manejo mais complexo.
→ Pastejo intensivo com áreas delimitadas por cerca elétrica.
→ Sistemas leiteiros intensivos.
→ Animais mais exigentes entram primeiro no piquete.
→ Bezerros acessam pasto de melhor qualidade.
→ Maior ganho de peso dos bezerros.
→ Categoria mais exigente passa para o próximo piquete antes.
→ Vedação do pasto para uso futuro na seca.
→ Reserva de forragem para escassez.
→ Associação entre gramíneas e leguminosas.
→ Fixação biológica de nitrogênio.
→ Conversão do N atmosférico em formas utilizáveis pela planta.
→ Rizóbio.
→ Melhor qualidade da forragem e maior fertilidade do solo.
→ Cerca de 20–45%.
→ Capacidade de permanecer no sistema ao longo do tempo.
→ Capacidade de gramínea e leguminosa coexistirem.
→ Capacidade de retornar ao equilíbrio após perturbações.
→ Equilíbrio adequado entre as espécies.
→ Aumenta senescência e alongamento do colmo.
→ Morte de tecidos vegetais.
→ Reduz qualidade e consumo da forragem.
→ Compactação e degradação.
→ Maximizar produção animal sem degradar o sistema.
